Coluna n° 5

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras. 

“Expectativa x Realidade
Bom, falando em clássico, a expectativa das torcidas, já faz crescer o jogo em si. Até então, era o primeiro contra o segundo colocado na tabela.
A nossa rivalidade apresentada para o Estado e o Brasil. Intizicada de um lado e de outro. A brincadeira salutar, que desde que me entendo por gente, existiu.
O domingo chegou, com o tradicional calor do verão e o nosso melhor produto, no horário de gala de uma partida de futebol: 17 horas.
Escalações colocadas. Times definidos. A torcida fazendo a festa nas arquibancadas. Ainda falta a festa de antigamente, com muitas bandeiras, papel picado, talco ou farinha de trigo. Os tempos são outros, mas a rivalidade continua.
Sempre colocando o adendo: início de temporada, os times ainda não estão “na ponta dos cascos”, ainda procurando a melhor forma física e técnica, além do calor.
O clássico começou com os times se respeitando muito, tentando tocar a bola desde o setor defensivo, não “rifando”. Poucas oportunidades de ambos os lados. E o Avaí fazendo as melhores jogadas pela direita de ataque.
A melhor chance do primeiro tempo foi de Daniel Amorim, após uma boa jogada de ataque, pela direita, saiu o cruzamento e o atacante avaiano se enrolou com a bola, por causa da marcação e perdeu a oportunidade.
O segundo tempo começou igual ao primeiro, com muitos toques de bola no setor defensivo e o jogo muito lento.
Numa jogada despretensiosa, os donos da casa chegaram ao gol, que lhes daria a vitória na partida. Patrick foi levando a bola pelo meio, abrindo espaço e, na entrada da área, chutou, a bola pegou no zagueiro do Avaí, tirando o goleiro avaiano da jogada.
O Avaí, com um jogador a menos e o placar contrário tentou sair e criar jogadas, pela esquerda com Julinho, centralizou mais atrás Luan Pereira e João Paulo foi para a direita.
Pelo lado do adversário, continuou com duas linhas, uma de quatro, outra de cinco, pra dificultar as tentativas do Avaí.
E veio a ultima jogada da partida. Lançamento para Alex Silva, na direita de ataque, que chegou, em velocidade na linha da área,tocou primeiro que o defensor, que o abalroou. Pênalti não marcado pelo árbitro da partida, que mais uma vez, não foi muito bem. Bom, ele não marcou a falta máxima e o time da casa fez a festa, justa, para um clássico.
Agora o Leão voltará a campo na próxima quarta-feira, em Itajaí, diante do time do Marcílio, que voltou esse ano pra a elite do futebol catarinense. Jogar em Itajaí sempre foi difícil. E não será diferente dessa vez.
Um abraço a todos!”

Texto de Renatinho Pires .

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