Coluna n° 22

Arte: Guto Delfino

Foto: Frederico Tadeu/Avaí F.C.

Saudações azurras.

“Uma Noite dos Velhos Tempos
E aí, galera que curte essa interatividade, de falar sobre os jogos do Avaí e o que acontece no pré e pós jogo.
A noite de quarta-feira, dia 10/04, foi mais um grande momento que o torcedor avaiano viveu, dentro da sua segunda casa, o Aderbal Ramos da Silva. A expectativa, depois confirmada de casa cheia, seria o prenúncio do que estava por vir. O congraçamento, encontrar pessoas que não vemos há tempos, o torcedor adversário junto com os avaianos confraternizando.
É claro que o torcedor, acostumado com as dificuldades do acesso (único), chegou, na sua maioria, bem antes, por causa das filas, que se formam, em função do jogo e que se misturam com a fila para o Rio Tavares. Os que não puderam chegar antes, geralmente por causa do trabalho, tiveram que ter paciência. Até o intervalo da partida, tinha torcedores chegando à Ressacada.
Uma hora antes, os times soltaram as escalações e o Avaí com Vladimir, Yuri, Betão, Marquinhos Silva e Lourenço; Mosquera, Matheus Barbosa e Pedro Castro; João Paulo, Daniel Amorim e Getúlio. Um time, em tese, mais defensivo, com poder de marcação melhor, para poder recuperar e sair rápido. Não entrarei no mérito da escalação, pois cada tem um seu favorito para determinadas posições. E o detalhe, que o Avaí já entraria em campo, perdendo por 3 a 2, ou seja, teria que fazer um gol, para, no mínimo, levar para as penalidades.
Chegou a hora de a bola rolar e os torcedores tomando por completo as dependências da Ressacada. Aliás, como é lindo um estádio cheio, com as duas torcidas cantando e apoiando o seu time. Ah se fosse sempre assim…
E o Leão da Ilha começou a partida de forma intensa, com posse de bola e não deixando o Vasco tentar algo. Mas a primeira chance foi do time visitante, com Danilo Barcelos, que chutou de longe, para a defesa de Vladimir. O Avaí continuava o seu domínio, mas sem conseguir infiltrar, pois o Vasco colocou um 4-5-1, com linhas baixas, para se resguardar. Pedro Castro e Daniel tentaram chutes de fora de área. A melhor chance avaiana foi ao final do primeiro tempo. Lucas Santos errou o passe e proporcionou o contra-ataque avaiano, até a bola chegar a Lourenço, que cruzou da esquerda e a bola acabou sobrando para João Paulo, que bateu forte e Fernando Miguel tirou meio no susto.
Veio o segundo tempo e o Vasco voltou mais sabedor do que fazer para neutralizar o Avaí. E a alternativa encontrada foi de ficar mais com a bola e não deixar o Avaí criar jogadas. Não criaram oportunidades, mas não deixaram o Avaí criar. Mesmo assim, o Avaí criou uma grande chance, com Marquinhos Silva cabeceando, para a defesa de Fernando Miguel.
Valentim fez duas trocas decisivas, colocando Yan Sasse e Máxi Lopez. E o menino, que veio do Coritiba fez a jogada do gol vascaíno. Após boa tabela entre Máxi e Pikachu, a bola chegou até Sasse, que dominou, levando ate a área e cruzando rasteiro para Pikachu antecipar a zaga e tocar para o fundo das redes.
Esse gol deu uma baqueada no time avaiano, que mesmo assim continuava a tentar as jogadas, com mais dificuldade, pois o Vasco se posicionou mais atrás, para diminuir as tabelas.
Ao final, a torcida do Avaí aplaudiu os jogadores pela luta. Uma atitude bonita do torcedor, que mesmo triste com a eliminação, demonstraram para a equipe que estavam juntos.
Foram, ao todo, 15.225 torcedores na Ressacada, com renda de R$ 453.003,00.
Agora o elenco tem que virar a chave novamente e focar na semifinal do Campeonato Catarinense, onde no domingo, enfrentará o Criciúma, ás 16 horas, novamente no Aderbal Ramos da Silva. E o torcedor, mesmo chateado, tem que ir e apoiar.
Um abraço a todos!”

Texto de Renatinho Pires.

 

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