Coluna nº 13

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.

O Carimbo no Passaporte

Uma quarta-feira que prenunciava fortes emoções ao torcedor avaiano. Primeiro pelo horário da partida (19h15min), que fez o torcedor ficar na fila. O jogo único, que tem a sua dose de risco. Muitos torcedores chegaram bem depois do jogo ter iniciado. Também tivemos uma homenagem do clube às mulheres, pela passagem do Dia Internacional da Mulher.

Geninho voltou com o time que mais tinha atuado juntos: Vladimir, Alex Silva, Betão, Marquinhos Silva e Yuri; Pedro Castro; Matheus Barbosa, André Moritz, João Paulo e Getúlio; Daniel Amorim.

Já o adversário veio num esquema de muita marcação, jogar nos erros do Avaí e com a confiança reforçada, por ter vencido o São José por 3-1 dentro do Passo D’Areia, onde estava invicto até então.

O jogo começou com o Brasil esperando e o Avaí, bem cauteloso, tentando as jogadas, principalmente nos pés do João Paulo, que buscava o jogo sempre, dando opção para quem tinha a bola no sistema defensivo. Como a defesa dos visitantes estava muito dentro da sua área, uma das alternativas era o chute de fora da área, tentando por Moritz.

A chance do Brasil, no jogo inteiro, foi no primeiro tempo ainda, após um cruzamento pela esquerda e o atacante gaúcho antecipou a defesa e cabeceou, a bola bateu na trave e sobrou para colocar no fundo das redes. Mas a jogada estava parada por impedimento do jogador que fez o cabeceio. Erradamente o auxiliar número dois marcou, aliás, o homem é muito ruim. E foi isso o ataque do Brasil na partida. Demonstrando claramente que queriam levar para as penalidades.

O segundo tempo iniciou com o Avaí mais intenso e logo chegando ao primeiro gol, após uma “meia” rabada do lateral esquerdo Pará, a bola sobrou para João que tocou na área, Getúlio fez o “corta-luz” e Daniel Amorim chegou batendo de primeira, sem força e bem colocado.

Esse gol deu uma desnorteada no Brasil, que aumentou a rapidez nas jogadas, culminando com a justa expulsão do zagueiro Nirley, com uma voadeira, que felizmente não pegou em cheio o jogado avaiano. Não conseguiam mais chegar sem ser em alguma bola parada, alçada na área. Já o Avaí também, corretamente, girava a boa de um lado para o outro, cansando o adversário e criando as oportunidades, sem forçar.

Numa dessas chegadas, o Avaí fechou o placar, depois de uma boa cobrança de falta, feita por André Moritz, achando novamente Daniel Amorim, em velocidade, que só desviou para o fundo das redes.

Agora o Avaí tem, na seqüência: Hercílio Luz (domingo, às 18 horas, pelo Catarinense), quinta-feira o Vasco da Gama (21h30min, pela Copa do Brasil) e simplesmente o Clássico, no próximo, dia 17/03, ás 16 horas, na Ressacada. Partidas fortes e decisivas são boas pra jogar, mas desgastam muito também. Vamos, Avaí! O clube lutou muito para ter esses jogos importantes, então tem que desfrutar desse momento, claro, com a ajuda da grande torcida azurra.

Mais Uma Homenagem ao Ídolo Marquinhos

Além disso, na próxima terça-feira, 12/03, na Câmara de Vereadores de São José, teremos mais uma merecida homenagem ao ídolo Marquinhos, a partir das 19 horas, em honraria, proposta pelo vereador Nardi Arruda (PSD), é um reconhecimento ao atleta que já defendeu e ergueu a bandeira josefense nos Joguinhos Abertos de Santa Catarina, sendo citado como referência para os jovens atletas da cidade. “Apesar de morar durante a infância e adolescência em Biguaçu, bem no limite com São José, Marquinhos representou o município josefense nos Joguinhos Abertos de Santa Catarina, conquistando em 1995 o primeiro título de São José na modalidade”, detalhou o vereador Nardi Arruda.

Um abraço a todos!!”

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