Coluna nº 6

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.

Confira a nova coluna de Renato Pires no Blog do Guto:

Mais um sábado onde o torcedor avaiano tinha um encontro marcado com o seu time. Que começo com muita chuva, pela manhã, e a medida que o horário do início da partida foi chegando, a chuva parou, e a paixão pelo Avaí foi deixando aquela sensação de ansiedade, já tradicional.

Muitos chegam cedo, fazem um churrasco nos arredores da Ressacada, com o já tradicional congraçamento entre a torcida, que vem de toda a grande Florianópolis. Talvez seja a melhor definição, na prática, do que seja não ter distinção de classe social. É muito interessante esse olhar. Mas o que interessa aqui é o futebol e o jogo. Vamos lá!

Um detalhe antes. Encontrei o dono deste blog, perto da secretaria, batemos um papo. É uma figura esse Guto. Estamos juntos, “mô quiridu”.

Todos sabiam que o jogador a ser marcado, do adversário, era o Dagoberto, que é um jogador diferenciado, falando em série B.

O jogo iniciou e, logo aos dois minutos, teve uma falta pelo lado esquerdo de ataque para o Londrina. Dagoberto não bateu tão bem, mas bola bateu e rebateu, sobrando para Leandro Almeida abrir o placar. O Avaí seguiu tentando jogar de forma organizada, até que aos onze minutos chegou ao empate. Uma jogada pela esquerda e a bola chegou até o menino Getúlio, que foi carregando a bola, abriu o espaço e fez um belo chute, empatando a peleja.

O time seguiu, tentando jogar e propor o jogo, colocando o Capa, no lado esquerdo e o Guga, no lado direito terem a prioridade. Guga abre bem e o Renato fecha pelo meio e o Getúlio faz a mesma coisa, na esquerda.

Obviamente que jogando dentro de casa, o adversário deixa a bola para que você crie, faça acontecer. É mais fácil destruir do que construir. É fato. Então o time paranaense se postou mais defensivamente e jogando só pela esquerda de ataque. Caia o Felipe Marques, Dagoberto, Thiago Ribeiro, além do Germano.

Pelo lado azurra, o time seguiu tentando jogar, com Marquinhos organizando pelo meio, Renato pela direita e Getúlio pela esquerda. A dúvida do penúltimo passe, aquele que vai deixar teu companheiro na cara do gol, apareceu novamente. Essa escolha de jogadas, dentro de casa aparece mais.

O interessante é que, mesmo assim, o Avaí chutou e acertou o gol. Só que muitos chutes no meio do gol, facilitando a defesa do goleiro londrinense.

Veio o segundo tempo e mudança no time. Luan Pereira no lugar do Marquinhos. E o time veio mais disposto a virar a partida. Sendo mais ”vertical”, acelerando o jogo, pra tentar tirar a defesa adversária da zona de conforto. Quando o time colocou a bola no chão, teve paciência para tocar as chances foram bem criadas. Depois de um determinado momento, é muito mais fácil alçar a bola na área. E os zagueiros adversários, ganharam quase todas.

Depois que o Londrina teve um jogador expulso, pelo segundo amarelo, a pressão aumentou. Teve a alteração do Getúlio pelo Jones, que muda a característica do ataque. O adversário colocou dias linhas na frente da área, dificultando a infiltração pelo meio.

E, por último, entrou, aos 39 minutos o Daniel Amorim e saindo Matheus Barbosa, que na minha opinião, poderia ter entrado um pouco antes, e tendo dois atacantes de área, fazendo com o que um dos volantes teriam que estar junto com os zagueiros, para terem a sobra, e abrindo mais espaço no meio para o chute de fora da área. Só que, em alguns momentos o Rodrigão ia para a direita.

Novamente um empate dentro de casa dá um sentimento de frustração ao torcedor, que foi em bom número (9.052 público total) e esperava uma vitória. Também jogadores, comissão técnica e diretoria ficaram.

Só que não tem muito tempo para ficar se lamentando, pois na terça já teremos mais uma rodada e mais jogo importante, contra o Atlético Goianiense, que perdeu o jogo para o Fortaleza e terá essa partida como uma última chance de acesso.

É descansar bem, ter o mesmo foco do jogo contra o Goiás e buscar uma vitória, que será um grande passo para o clube retornar a elite, em 2019.

Vamos com tudo. Falta pouco. Foco, que o objetivo está bem perto de ser alcançado.

Um abraço!”

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