Coluna de hoje

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.

“Sábado a tarde, em Campinas, São Paulo e o Leão foi astuto e competente. O resultado: trouxe três importantes pontos já bagagem. Como foi? Vamos falar e comentar a seguir.
Sabe aquele sentimento de que a vitória viria? Pois então! Era o meu felling do jogo contra o Bugre campineiro.
Um jogo de “seis pontos”, diriam os antigos.
O Avaí entrou muito ligado na partida. Talvez o melhor início de jogo do time na temporada, com as linhas bem juntas, não deixando o adversário fazer aquela pressão tradicional, dos primeiros 15 minutos.
Claro que propositalmente o adversário tinha a maior posse de bola, mas sem saber como entrar no sistema defensivo avaiano. E o time bem postado, com três volantes, Judson, Pedro Castro Matheus Barbosa. Renato, pela direita, Rodrigão centralizado e o Getúlio, na esquerda.
Rodrigão voltava mais, pra fazer o pivô, usando a velocidade do Renato e Getúlio, mais a frente. Deu certo. Rodrigão fez um jogo excelente, fazendo o time sair sempre com qualidade e no tempo certo. O melhor dele com a camisa do Leão, disparado.
Após uma bela jogada de virada de jogo, o Avaí chegou ao seu primeiro gol aos 12 minutos, com Renato recebendo o lançamento e tocando para o Getúlio completar para o gol adversário. O detalhe é que na comemoração, o atacante levou amarelo. É umas das regras desnecessárias, p jogador não poder comemorar com a sua torcida.
A partida seguiu com o time bem posicionado e o árbitro distribuindo cartões amarelos a vontade, sempre para o Avaí, é claro.
Aos 41 do primeiro tempo, veio o gol de empate dos donos da casa e o zagueiro Philippe Maia cabeceando sozinho, no canto do goleiro Kozlinski. É claro que o adversário se empolgou, mas sem tanta qualidade.
O segundo seguiu na mesma situação, com posse de bola dos donos da casa, mas com pouco perigo. Outra coisa que não mudou foram os pesos e medidas diferentes no critério dos cartões.
Aos 18 do segundo tempo, veio o desempate do Leão, num contra ataque em que a bola chegou ao Rodrigão, que mais uma vez deu o tempo certo para o Renato receber o passe, completando com qualidade para o fundo das redes do goleiro Agenor.
Avaí perdeu algumas oportunidades claras, de ampliar o placar, inclusive com uma penalidade sofrida por Getúlio, que recebeu em velocidade e sendo derrubado pelo goleiro adversário, que, aliás, estranhamente não levou cartão. Renato foi para a cobrança e pegou muito embaixo da bola, fazendo subir muito e perdendo essa grande chance. Jones novamente entrou muito bem, segurando a bola no ataque, principalmente depois dos 45 do segundo tempo, sofrendo faltas seguidas e vários laterais a favor do Avaí. Marquinhos Silva ainda entrou, para ajudar nas bolas alçadas na área azurra, que é o jeito mais fácil de atacar, quando se está atrás no placar.
Um grande resultado, que juntando com os placares das outras partidas, fez com que o Avaí subisse para a terceira colocação na competição.
Agora é a hora. A reta final. Faltando sete rodadas para o fim. E o time “teima” em ficar no G4. E o torcedor avaiano tem um compromisso: estar no Aderbal Ramos da Silva e apoiar muito esse elenco, que com defeitos e qualidades, está com o objetivo perto de ser concluído, ou seja, o retorno a elite do futebol brasileiro.
Sábado é dia de todos estarem na segunda casa. De apoiar e levar o time a mais uma vitória!
#Subiremos #Voltaremos”

Texto de Renato Pires 

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