Coluna no ar

Arte: Guto Delfino

Saudações azurras.
Confira a coluna de Renato Pires:

“Jogo numa sexta-feira, a noite, com aquele alvoroço no trânsito, na nossa bela Ilha. Menos mal, que o jogo estava marcado para às 20:30, que deu a possibilidade do torcedor poder chegar com mais calma na linda Ressacada.
Ahh, tem que falar do jogo, né?
Esse jogo começou de forma bem estranha, com o Avaí tentando igualar o adversário na correria. É claro que assim não iria funcionar.
Mas, depois daquele período de um “falso” domínio do visitante, o Leão se assentou no gramado e começou a jogar dentro do que o técnico Geninho planejou. O belo chute do Judson, de longa distância, fez o time acordar. E tomar conta da situação.
Começaram a sair as jogadas, principalmente do lado esquerdo, com o Capa. Guga, pela direita, não pôde sair muito, pois o técnico adversário colocou um jogador nas costas dele.
Logo depois, Renato entra pela direita de ataque e, já dentro da área, foi tocado. Seria o primeiro pênalti não marcado pelo fraco Marielson.
O ídolo Marquinhos seguia na sua tentativa de fazer um gol olímpico, já que o vento ajudava, mas o goleiro do Boa, que fez grande partida, não deixava.
Aos 27 do primeiro tempo tivemos aquele petardo do Getúlio na trave, mostrando que seria uma grande noite do atacante avaiano, criado no próprio clube.

E aos 34, depois de um lindo cruzamento do menino Guga, de primeira, Rodrigão cabeceia a bola na trave e no rebote estava bem posicionado Getúlio, que balançou as redes do Boa.
O adversário tentava criar algumas jogadas, que só tinha perigo quando chegava no bom atacante Douglas Baggio, mas o sistema defensivo do Avaí estava muito bem, não deixando o adversário concluir no gol do Kozlinski.
Antes do primeiro tempo acabar, tivemos mais duelos entre Marquinhos e a defesa do visitante. Uma linda cobrança de falta, para a defesa do goleiro Fabrício, o destaque deles. Depois uma série de escanteios onde a defesa e o goleiro teimavam em não deixar o “Galego” fazer o dele.
Vem o segundo tempo e o Boa tenta chegar com algum perigo, sempre com Douglas Baggio e o Avaí mais posicionado para o contragolpe. Até os 16 minutos quando o jogador do time mineiro fez duas faltas, na sequência, passíveis de cartão amarelo. Tomou o segundo e deixou seu time com fez jogadores.
Aos 20 do segundo tempo, Geninho começa a mexer no time, tirando Marquinhos e colocando Luan Pereira centralizado. E, cinco minutos depois vem a penalidade máxima, sofrida pelo Renato (nome de craque), que tomou a frente de Douglas Baggio,sem cacoete de marcador, fez a falta, dentro da área. Rodrigão foi para a cobrança e desperdiçou.
O jogo seguiu com o Avaí posicionado um pouco atrás, para ter a bola no contra ataque. A segunda alteração no time foi feita, a saída de Getúlio e a entrada do Jones Carioca.
A partida segue, num ritmo mais lento, imposto pelo Leão, até chegar aos 42, onde Jones Carioca pega a bola pelo lado esquerdo e vai derivando para o meio, quando percebeu a chegada, de frente, do Luan Pereira. Rolou a bola suavemente e o menino, revelação da base, bate de primeira, dando números finais ao placar.
Destaque para o volante Judson, seguindo a rotina de sempre um dos melhores do time. A dupla das categorias de base, Getúlio e Luan Pereira, dando a contribuição de sempre e o sistema defensivo, que mais uma vez não foi vazado.
A competição vai chegando no seu momento de definição e o time segue no G4, em busca do novo acesso para a elite do futebol brasileiro. Na próxima rodada, pegará um adversário direto nessa disputa, o Guarani, lá na cidade de Campinas-SP.
Um abraço azul e branco a todos!”

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